OS MELHORES PREÇOS DE CALOPSITAS EM BH!

Tudo sobre a Saúde

 

ÍNDICE

 

Nome Científico: Nymphicus Hollandicus

A calopsita é originária da Austrália e faz parte da família das Araras, Papagaios e Periquitos. Devido ao seu porte pequeno e capacidade de aprender truques como assobiar, tornou-se um dos animais de estimação mais populares . Quando mansa, pode ser criada fora da gaiola. É um animal exótico, resistente e de fácil criação. Pela Lei é considerado doméstico (conforme prescreve o anexo 1 da Portaria nº 93/98 do Ministério do Meio Ambiente https://www.ibama.gov.br/fauna/legislacao/port_93_98.pdf). Sendo assim, sua criação e  transporte independe de autorização do Ibama. É monogâmica e vive por aproximadamente 20 anos.

Alimentação (servida em potes de louça ou vidro):

MISTURA DE SEMENTES*:

COMIDAS TÓXICAS: Abacate: proibido totalmente, pois pode matar rapidamente; bebidas alcoólicas: o fígado delas não consegue metabolizar o álcool, podendo causar lesões cerebrais e morte; chocolate: proibido totalmente pois o consumo de pequenas quantidades pode causar hiperatividade, vômitos, diarréia, batidas cardíacas irregulares, ataques e morte; cafeína: aqui se incluem bebidas cafeinadas, como café e chá. Os sintomas são o mesmo de chocolate; gordura: o excesso de gordura pode causar doenças hepáticas, obesidade, diarréia, problemas nas penas, além de afetar a absorção de nutrientes; sal: os psitacídeos não conseguem excretar sal como nós. Por isso, o consumo de sal causa excesso de urina e consumo de água, depressão, hiperatividade, tremores e até morte.

Outros alimentos que devem ser evitados: folhas de batata, tomate e feijão, semente e caroços em geral (principalmente os de maçã, damasco, cereja, pêra, ameixa, pêssego).

Papinha industrializada para filhotes que ainda não estão comendo sozinhos: CC Albium ou MegaZoo I20

FORNECER AINDA: Ração paletizada ou extrusada (ex. MegaZoo PM13) e farinhada com ovos (MegaZoo FA16). Na época de reprodução fornecer farinhada com ovos de porcentagem elevada de proteína (MegaZoo FC21);

Frutas (retirar as sementes e caroços), verduras e legumes crús, ovo cozido, milho verde, folhas e talo de beterraba;

Para uma suplementação de minerais e cálcio ofereça osso de siba. Não ofereça grit ou areia pois podem causar morte de filhotes no ninho, além de não serem necessários para digestão alimentar de psitacídeos, mas apenas para pombos e outras aves que engolem senentes com casca.

OBS. IMPORTANTE: PARA CALOPSITAS MANSAS FORNECER GIRASSOL MIÚDO A VONTADE, POIS APESAR DE SER UMA SEMENTE CALÓRICA REDUZ EM MUITO A PROBABILIDADE DE DOENÇAS NOS FILHOTES MANSOS POIS NÃO EMAGRECEM COM FACILIDADE E NÃO DESENVOLVEM DOENÇAS COMO O PEITO SECO.

painço

65,00%

ou

6,5kg

alpiste

15,00%

ou

1,5Kg

aveia descascada

10,00%

ou

1,0Kg

girassol miúdo

5,00%

ou

0,5Kg

trigo mourisco

5,00%

ou

0,5Kg

 

 

 

 

Sempre fornecer mistura de sementes, nunca deixando faltar.

*ideal para calopsitas ariscas

Fornecimento de água: fornecer água filtrada ou mineral todos os dias, trocando a água e lavando o pote diariamente. Instalação: gaiola para um casal – 0,5m X 0,5m X 0,5m (C x L x A). Abrigo: pendurar a gaiola em local que não haja vento, correntes de ar ou sol em toda a extensão da gaiola, longe de animais que possam oferecer perigo, e onde seja escuro de noite, sem interferência de iluminação artificial. Fornecer banhos de sol todos os dias pela manhã e no final da tarde. Exercício: não há recomendação específica. Repouso: a calopsita repousa do entardecer ao amanhecer: Possíveis doenças: coccidiose: os sinais clínicos da coccidiose incluem perda de peso, peito seco, perda da coloração, penas arrepiadas, diminuição dos índices de reprodução, diminuição do consumo de água e alimentos (embora a ave possa continuar a ir ao comedouro e a remexer as sementes) e sintomas de inflamação intestinal: acúmulo de resíduos na cloaca nas penas da região cloacal, diarréia (com muco esbranquiçado e/ou sangue), abdome inchado e dolorido. RECEITA 1: Para cada 0,5 litro de água mineral:> 10 gotas e Enrofloxacina 10%, 6 gotas de Mercepton oral, 20 gotas de revitalizante (vitaminas e aminoácidos), 6 gotas de Baicox ou Lavimed para 0,5 litro de água. Fornecer esta solução como única fonte de líquido durante 6 dias, renovando todos os dias. Descansar 3 dias fornecendo água normalmente. Após, fornecer novamente a solução por mais 6 dias. RECEITA 2:  Para cada 1 litro de água mineral:> 2ml de Suicox (ou 40 gotas). Fornecer esta solução como única fonte de líquido durante 7 dias, renovando todos os dias. Descansar 3 dias fornecendo água normalmente. Após, para cada 1 litro de água mineral:> 1 cápsula de ampicilina 500mg (ou solução de ampicilina equivalente a 500mg do princípio ativo para cada litro de água). Fornecer esta solução como única fonte de líquido durante 7 dias, renovando a solução todos os dias. Pânico noturno: é comum que a calopsita se assuste à noite, com vultos se movendo, luzes e barulhos. Em resposta, elas começam a bater freneticamente as asas, correndo sério risco de se machucar. Quando isso ocorre, você deve acalma-la até que ela volte ao normal. Para evitar estes sustos noturnos, o ideal é manter a gaiola coberta à noite. Recomendações: não usar jornal ou revista como forração da gaiola pois estes possuem tinta com chumbo que é tóxico para as aves.

A calopsita não é potencialmente prejudicial ao homem.

É proibida a soltura ou introdução da calopsita na natureza.

 

 

 

A) COMO SABER SE SEU PÁSSARO ESTÁ DOENTE?

 

B) PRIMEIROS SOCORROS

1) Aumento no consumo de água

2) Perda de apetite

3) Aumento no apetite

4) Perda de peso

5) Ganho de peso / Obesidade

6) Aleijamento

7) Alergias

8) Inchaços

9) Careca

10) Regurgitação

11) Diarréia

12) Constipação

13) Espirros e secreção nasal

14) Respiração curta

15) Problemas no bico

16) Problemas nos olhos

17) Auto-mutilação (arrancamento de penas)

18) Berros

17) Agressão e bicadas

18) Descoordenação

19) Sangramento

20) Ovo preso

21) Envenenamento

22) Queimaduras

23) Choque por calor

24) “Pesadelos” noturnos

25) Desidratação

26) Pediatria (problemas comuns em filhotes)

C) AS DOENÇAS MAIS COMUNS

1) Psitacose ou Clamidiose ou Febre dos psitacídeos

2) Giardíase

3) Aspergilose

4) Candidíase

5) Gripe ou Influenza

6) Doença de West Nile

7) Tricomoníase

8) Salmonelose

9) Fatty liver disease

10) Polyomavirus

11) Tuberculose

12) Sour crop e slow gut

13) PBFD (Psittacine beak and feather disease)

14) Doença proventricular

15) Doença de Pacheco

16) Doença de New Castle

17) Envenenamento por metal

 

D) ALERTAS E TOXINAS

1) Gatos

2) Perigos caseiros comuns

3) Comidas tóxicas

4) Brinquedos perigosos

5) Gaiolas

 

E) ANALISANDO OS EXCREMENTOS DE SUA AVE

1) Fezes

2) Urina

3) Problemas que afetam o sistema digestivo


Escrito por:

Wanessa Cristina de Lima

 


A) COMO SABER SE SEU PÁSSARO ESTÁ DOENTE?

 

Os pássaros selvagens possuem um interesse primário e vital: se proteger dos predadores. Uma doença ou lesão os torna alvos muito mais fáceis. Assim, no curso da evolução, as aves “aprenderam” a disfarçar suas doenças. Por esta razão, quando um pássaro mostra sinais da doença, eles já estão doentes a algum tempo. É importante, por isso, aprender a reconhecer os sinais precoces de problemas.

Muitos proprietários lamentam, às vezes, mortes súbitas de suas aves, e se perguntam o porquê. Mas quando questionados sobre sinais ou sintomas específicos, a maioria admite mudanças, ainda que não soubessem que isso poderia indicar um problema. Por isso, é vital conhecer os hábitos e comportamento de seu pássaro, para saber quando ele esta agindo diferente. Também é vital olhar diariamente as fezes, de modo a detectar variações na cor, quantidade e consistência.

Deve-se sempre observar:

  • Mudanças no comportamento: pássaros independentes se tornam mais carentes, ou pássaros amorosos se tornam retraídos, ou um pássaro normalmente brincalhão perde interesse por seus brinquedos. Pássaros se tornam encorujados (com aparência de estarem “inflados”, com as penas eriçadas), com asas caídas, desatentos, abatidos, sonolentos (olhos fechando constantemente), ficam no fundo da gaiola ou sentados no poleiro, postura baixa no poleiro (quase horizontal).
  • Mudanças no conteúdo fecal: excrementos normais, em um psitacídeo, são fezes verdes com uratos branco ou creme e urina incolor, creme ou branca, na quantidade de 25 a 50 por dia. Se as fezes se tornarem pretas, aquosas, ou de qualquer outra cor sem que haja mudança na alimentação, ou se elas diminuírem muito em quantidade, é um problema. Veja no item B.11 e E mais a respeito.
  • Mudanças na aparência e atitude: mudanças no apetite (perda ou aumento), maior ingestão de água, mudanças ou perda da voz, mudas prolongadas (com penas perdidas e não repostas), hábito de arrancar ou mastigar as penas (auto-mutilação). Cauda batendo (acompanhando a respiração), fraqueza, vacilos freqüentes da cabeça, olhos com aparência cansada, respiração ofegante e dificultosa ou mais forte que o normal, secreção ao redor das narinas ou olhos, barulhos ao respirar (chiados ou espirros), penas manchadas de marrom acima das narinas (sinal de nariz escorrendo), vômito, diarréia, cloaca suja, inchaços, desidratação, pés gelados.

 

Qualquer sinal de alteração no seu pássaro deve ser levado a sério, procurando-se um veterinário de aves rapidamente, pois as aves, após o desenvolvimento da doença, podem morrer rapidamente se não tiverem auxílio profissional.


 

B) PRIMEIROS SOCORROS

 

Abaixo, problemas comuns e soluções caseiras para eles. No entanto, como será fácil notar, muitos casos recomendam ajuda veterinária, principalmente quando há qualquer sinal de doença.

 

1) Aumento no consumo de água

Água é essencial para qualquer ser vivo. As aves a absorvem das frutas, vegetais e da água que bebem. Um canário morre em um dia sem água. As calopsitas, em razão de seu habitat em terras secas da Austrália, conseguem ficar um pouco mais sem água, mas não é bom testar isso. As calopsitas bebem ao redor de uma colher de chá por dia. Mantenha sempre água limpa e fresca, todos os dias.

Estresse, tempo quente, aumento de atividade ou exercício físico, diarréia e certos medicamentos (como antibióticos) podem fazer com que sua ave beba mais água. Elas também bebem mais água quando estão alimentando filhotes. Mas um consumo excessivo de água pode indicar doenças graves, como diabetes, doenças do fígado e rim, infecções urinárias ou peritonite.

Se sua ave parece saudável, apesar de beber mais água, não se preocupe. Mas se há algum sinal de doença ou se você está realmente preocupado com a quantidade de água consumida, procure um veterinário.

As aves transpiram ao ofegar, causando perda de calor e água. Assim, se a ave está em um ambiente quente ou com incidência solar direta, isso acarretara aumento no consumo de água, em razão da perda excessiva.

 

2) Perda de apetite

Mudanças no apetite podem ser resultantes de estresse (causado por mudanças, como novos barulhos, nova gaiola, novos membros na família, nova comida) ou ambientes quentes. Se sua ave não se alimenta bem um dia ou outro, mas permanece alerta e ativa, isso não é motivo para preocupação.

No entanto, uma queda no apetite pode ser um indicador de problemas. É importante lembrar que as aves, principalmente as de menor porte, possuem um metabolismo muito rápido, e por isso se alimentam com muita freqüência, várias vezes ao dia. Uma ave doente que não come direito não consegue manter sua temperatura corporal, e então ela fica encorujada, para manter-se aquecida.

Se sua ave se recusa a comer por mais de dois ou três dias, talvez seja necessário forçar a alimentação com papinhas de filhote, como se faz com filhotes alimentados na mão. Se você conseguir alimentar sua ave com uma colher entortada (como se faz para filhotes), preenchendo o papo ao menos parcialmente, não há problemas. Mas se você não consegue isso, é necessário usar sondas para injetar o alimento direto no papo, mas isso requer material e ajuda profissional.

 

3) Aumento no apetite

Aumento nos exercícios, queda de temperatura, postura de ovos ou alimentação de filhotes provocam nas aves um aumento da necessidade normal de comida, especialmente calorias e proteínas. Nesses casos, não é necessário se preocupar.

No entanto, um aumento no apetite pode indicar diabetes (os sinais iniciais de diabetes são aumento no consumo de alimento e água, perda de peso e fezes mais líquidas), vermes, giardíase, problemas pancreáticos, intestinais ou hepáticos. Em qualquer caso, se houver sinais de doença, procure um veterinário.

 

4) Perda de peso

As aves perdem peso se elas queimam mais calorias do que ingerem, por excesso de exercício, estresse, ou diminuição do apetite. O peso de uma calopsita pode variar, e o que você acha ser baixo peso pode ser normal. Abaixo, há uma tabela com o peso esperado de uma calopsita.

Idade

Peso (em gramas)

0-2 dias

4-6

3-6 dias

5-12

1-2 semanas

12-45

2-3 semanas

45-72

3-4 semanas

72-108

4-5 semanas

80-120

5-6 semanas

80-90

6-7 semanas

80-95

7-Adulto

90-110

 

Calopsitas realmente abaixo do peso são facilmente reconhecíveis, pois perdem gordura e músculos na região peitoral, fazendo com que a quilha se torne muito proeminente. Nesse caso, a perda de peso deve ter causas médicas, como problemas no pâncreas, fígado e intestinos (nesses casos, a comida não é absorvida corretamente), problemas renais, diabetes, giardíase, vermes, coccidioise e mais uma lista imensa.

O que se pode fazer caseiramente é observar se a ave não está gostando da alimentação, ou se um alimento novo não foi bem aceito. Tente aumentar a quantidade de comida, ou troque por algo que ela gosta mais.

 

5) Ganho de peso / Obesidade

Uma calopsita obesa pode apresentar muitos problemas de saúde, incluindo dificuldade em respirar, estresse, diabetes, problemas cardíacos e hepáticos. As causas da obesidade podem ser muitas, como ingestão de calorias em excesso, falta de exercícios, hereditariedade, hipertireoidismo, falta de lipase (enzima responsável pela queima de gorduras).

No entanto, muitos problemas que ocorrem na região abdominal e peitoral podem ser confundidos com obesidade. Entre estes, estão tumores benignos, hérnia, ovo preso ou ascite (fluído no abdômen).

Se as hipóteses de problemas de saúde e hormonais estiverem descartadas, o ideal é submeter sua calopsita a uma dieta (redução mínima de 25%) e aumento na atividade física.

 

6) Aleijamento

Por definição, uma ave aleijada é aquela que não possui, ou não consegue usar, uma ou as duas pernas. As causas mais comuns são: infecção, dor nos pés, deslocamento, fratura, luxação, torção, queimadura, falta de exercício, pressão do nervo ou vaso que irriga a perna, deficiência nutricional, artrite, poleiros inapropriados, lesões nervosas.

Geralmente, quando as causas não são nervosas, problemas nos membros são causados por poleiros inadequados ou sujos. Poleiros muito pequenos promovem o crescimento das unhas, e essas podem quebrar ou enroscar na perna, causando dor e lesões, inclusive fraturas. Poleiros sujos, enrugados ou molhados podem irritar o pé da ave; nesse caso, lave a região irritada com água morna e passe alguma pomada tópica. Os poleiros devem estar sempre secos e limpos e devem ser de vários tamanhos, para que a ave exercite a musculatura do pé.

Em qualquer caso, ainda mais se você achar que a causa é nervosa ou por lesão, procure ajuda médica.

 

7) Alergias

Muitos produtos podem causar alergias em aves. Os sintomas mais comuns são flatulência, inflamação da cloaca ou espirros freqüentes. É muito importante que você tente achar a causa: algum lençol ou cobertor que cobre a gaiola, flores ou plantas, sprays, produtos de limpeza, alguma comida, cigarro ou fumaças em geral são as causas mais comuns.

 

8) Inchaços

Geralmente, inchaços ou caroços que surgem nas aves são benignos, e causados por traumas. Por exemplo, se sua ave voar de encontro a algum objeto e bater com força, pode desenvolver um hematoma, que irá desaparecer com o tempo.

Mas há várias outras causas, como abscessos, cistos, gota/artrite, incrustações no bico e olhos (geralmente causados por sarna), depósitos de gordura sob a pele, e até tumores. Os abscessos são inchaços quentes, doloridos, avermelhados e duros ao toque, causados por deposição de pus (em decorrência de alguma infecção bacteriana) e geralmente encontrados embaixo dos olhos, pés e bico. Se não tratados, a infecção pode se espalhar por órgãos vitais, como pulmões, coração, rins e cérebro, através da corrente sanguínea. O ideal é procurar ajuda médica, para administração de antibióticos.

 

9) Careca

A mutação lutino é bem conhecida pelo seu defeito genético de gerar calopsitas carecas (algumas mais, outras menos). Mas a perda de penas na cabeça pode ser também devido a outras calopsitas agressivas; nesse caso, a única solução é separar as aves.

Há uma doença séria, denominada PBFD (do inglês psittacine beak and feather disease syndrome) que promove crescimento anormal de penas (deformadas, enroladas, comprimidas ou unidas) na cabeça e no corpo, além de provocar queda no sistema imune, pneumonia, hepatite e problemas gastro-intestinais.

 

10) Regurgitação

A regurgitação nada mais é do que a expulsão do conteúdo do papo. As causas mais freqüentes para isso são comportamentos de corte e nidificação, bloqueio do trato digestivo superior, aumento das glândulas tireóides e infecções no papo, envenenamento por metais ou produtos químicos. Mas algumas calopsitas podem regurgitar para um brinquedo, espelho ou para uma pessoa, na tentativa de alimentá-los. Isso é uma profunda demonstração de carinho.

A regurgitação pode ocorrer por um bloqueio no papo, ao engolirem algum objeto que obstrua seu trato digestivo ou pelo consumo excessivo de areia (elas geralmente ingerem pedregulhos para ajudar na digestão, quando estão com alguma indisposição gastrointestinal). Nesse caso, algumas gotas de óleo mineral e massagem no papo ajudam. Outra causa comum é o aumento da tireóide, principalmente se a dieta for pobre em iodo.

 

11) Diarréia

É um dos problemas mais comuns nas aves, e podem ser um prenúncio de problemas graves. Um excremento normal consiste em uma mistura de fezes (a parte verde e firme) e urina (constituída da urina em si, liquida, e de uratos, mais consistentes e brancos). A diarréia pode ser causada por problemas no trato digestivo e órgãos associados (pâncreas e fígado) ou urinário, por infecções bacterianas, psitacose, giardíase, candidíase, mudanças na dieta (principalmente pela ingestão de frutas), medicamentos e estresse.

Se a diarréia for isolada, e sua ave estiver alerta, sem mudanças no comportamento, não se preocupe muito. Administre soro caseiro três vezes no dia, para cortar a diarréia, ou dê 2 gotas de pepto-bismol, duas vezes ao dia. Remova frutas e vegetais da dieta por um tempo. Mas se a diarréia perdurar e sua ave apresentar qualquer outro sinal estranho, procure um veterinário com urgência, pois pode ser alguma doença em estado já avançado.

 

12) Constipação

Não é um problema comum nas calopsitas. Pode ser causado por ingestão de pedrinhas, objetos estranhos, dietas pobres, má higiene, pressão do reto (por tumores), ovo preso, hérnia ou obstrução da cloaca. O que se pode fazer é limpar a área da cloaca com água morna e sabão, passando algum creme se a área estiver irritada, e ministrar leite de magnésia (4 gotas no bico).

 

13) Espirros e secreção nasal

Espirros podem ser causados por irritações passageiras e alergias, mas também podem ser sinais de problemas respiratórios. Nesse caso, podem ser acompanhados de tosse (é possível ouvir clicks vindos da garganta) e inflamação na garganta (mudanças na voz ou canto).

Quando as narinas estão com alguma secreção, as penas acima das narinas ficam amarronzadas. Esse problema pode ser causado por sementes ou algum objeto que entrou nas narinas, irritação causada por aerossóis ou infecções. Uma infecção respiratória tem como sinais secreção nasal e ocular, penas eriçadas, letargia, arrepios e respiração ruidosa ou com dificuldade. As causas mais comuns de infecções são variações grandes de temperatura no ambiente. É proibido deixar sua ave ao lado de aquecedores de ar ou ar-condicionado, ou ainda deixá-la em locais com correntes de ar ou exposta a chuva.

Se o problema é algum objeto nas narinas, tente retirá-lo cuidadosamente com cerdas de escova ou cotonete.

 

14) Respiração curta

A respiração rápida e curta pode ser provocada por altas temperaturas; a ave respira de modo ofegante para se refrigerar. Elas também têm esse comportamento quando estão assustadas ou nervosas. Em todos estes casos, basta deixá-la em um local ventilado ou deixá-la se acalmar que sua respiração voltará ao normal.

Mas se sua ave realmente está com dificuldades em inspirar e expirar, pode haver alguma obstrução no peito, pulmão ou vias respiratórias. Por exemplo, um aumento abdominal causado por tumor, peritonite (causada por ovo preso) ou ascite podem impedir a expansão total da caixa torácica. A dificuldade em respirar também pode ser causada por infecções bacterianas ou por fungos e ácaros. Em todos esses casos, o ideal é ter ajuda veterinária.

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